domingo, 28 de dezembro de 2014

cabelos extras porquê não?


Eu estava pesquisando pela Internet quando me deparei com a seguinte postagem.

[•••]mulheres peludas unidas contra “machismo”
Quando eu digo que o feminismo é um movimento de mulheres ressentidas que odeiam os homens, acham que estou exagerando. Mas se depender dessa turma, o futuro da humanidade será sombrio, pois não haverá homem disposto a encarar essas “corajosas” mulheres independentes que “desafiam” os padrões de beleza “impostos” pela sociedade. A nova modinha agora é o movimento antidepilação. [•••]

Eu como mulher fiquei um tanto ofendida. Uma coisa é criticar esse novo tipo de expressão contra as regras de beleza da sociedade. Outra é colocar nós mulheres que estamos cansadas destes padrões de beleza como mal cuida e conga.

[•••] Faz parte da rotina da grande maioria das mulheres o hábito de manter o corpo depilado. Nos últimos tempos, no entanto, vem ganhando força na internet um movimento contrário à prática, que defende justamente o oposto: que as mulheres mantenham as pernas peludas. O fenômeno, que tenta combater as expectativas de beleza impostas pela sociedade, ganhou até um tumblr, chamado Hairy Legs Club (clube das pernas peludas, em português), que encoraja mulheres a terem autonomia absoluta sobre o próprio corpo.

Nele, milhares de mulheres postam fotos em que aparecem com as pernas completamente peludas, e sem o menor constrangimento. “Este blog é dedicado às mulheres que têm pernas peludas. Vamos deixar nossas pernas vencerem”, escreveu a criadora, Sarah, na descrição. Entre as famosas, a ex-BBB Bella Maia e a cantora Pixie Lott já se mostraram contra a depilação.

Em entrevista ao tablóide “Daily Mail”, a blogueira Swankifield, que participa do movimento, aprovou a iniciativa. “Quando parei de depilar minhas pernas, levei um tempo até me sentir confiante com isso. Ver fotos de outras mulheres fazendo o mesmo me ajudou a me acostumar com a ideia”, disse. “Acho que posto as minhas fotos agora porque gosto das minhas pernas parecem e de como elas me fazem lembrar que não sou obrigada a fazer com o meu corpo nada que não queira. Estou tão orgulhosa que não sinto mais vergonha dos meus pelos naturais”, completou.

Nossa! Que mulher independente e corajosa! Ou, alguém mais cínico poderia dizer, que mulher sem noção! Qual será o próximo passo para “provar” que o corpo é seu e não é preciso aceitar as “imposições” da sociedade? Não se limpar direito? Não tentar ficar em forma? Não ligar para a roupa que usa?

Ou seja, para as feministas, mulher de verdade é uma tremenda de uma mocreia mal-cuidada que tenta se parecer cada vez mais com um homem peludo? Tony Ramos é o novo ideal de aparência da mulher moderna? O “avanço” dos “progressistas” será tão grande que voltaremos à Idade das Pedras! Tudo ao “natural”, uma coisa linda! Pena que não é possível, cientificamente falando, voltarmos a antes disso, quando éramos mais semelhantes aos nossos primos primatas, todos bem peludinhos.

Quando eu era moleque, havia um famoso parque de diversão aqui no Rio chamado Tívoli Park. Nele, uma das atrações era a Conga, a “mulher gorila”. Era assustador para os menores, e bem tosco para os mais velhos. A mulher se transformava em um ser peludo, barbado, e gritava de dentro de sua jaula. Pois bem: o ideal da “mulher moderna” parece ser a Conga! [•••]

Reportagem na íntegra http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/mulheres-peludas-unidas-contra-machismo/


Pois bem nos mulheres não precisamos estar sempre maqueadas, depiladas, de dieta, sempre "lindas" feito capa de revista todos nós já estamos carecas de saber que o padrão de beleza que é transmitido para a sociedade e tão verdadeiro como uma nota de 3 reias. Somos mulheres,  somos lindas independente de qualquer coisa com nosso próprio jeito de menina mulher.

Ser mulher está além das nossas medidas, jeito de vestir.

Beleza não tem que ser um padrão,  existem homens peludos e despelados e nem por isso os rebaixamos nem ironizamos.

Cada um é cada um, e já está mais que na hora de findar estes estereótipos sociais.










domingo, 21 de dezembro de 2014

DINKY

Olá caros leitores.
Esta semana estive lembrando uma reportagem que li tempos atrás.
Famílias sem filhos!
Não que não possam ter, mas sim porque não querem.  
Esse novo modelo de família vem se tornando cada vez mais comum o que tem mudado o conceito de estrutura familiar.
Este modo de vida e conhecido como DINKY.
A geração  Dinky, que significa em inglés ‘Double income, not kids yet’ ( crianças não,  ou ao menos no momento).
Ser DINKY não é odiar a idéia de ter filhos, mas sim amar a liberdade, sua independência.
Poder curtir a vida a dois, curtir viagem, bons restaurantes, sair sem se preocupar.
Coisa que muitos casais quando tem filhos deixam de fazer, pois, passam a planejar o futuro da criança, economia, festas, roupas, universidades.  
Ter a vida Dinky tem vantagem é desvantagem. Cabe ao casal decidir por isso. Afinal filhos são a nossa semente para o mundo, mas, para que ter filhos se esta preocupado demais com sua vida financeira ou não tem tempo, ou valoriza demais a liberdade que a responsabilidade de ter um filho lhe tira.

Dinky. . . Uma forma diferente de levar a vida em casal.











sábado, 6 de dezembro de 2014

Moda Hippie

DIRETA E RETA agora com as modas, culturas.
Confira nosso conteúdo é escolha sua moda reinvente seu vestuário.
Fortaleça o seu laço cultural com o mundo presente, passado e as tendências.


Hippies foi um famoso movimento oriundo da década de 60 que lançou uma estética própria de vestuário.
Popularizou no Brasil na década de 70 quando Momento PAZ E AMOR se tornou mais forte.
Os hippies tinham um estilo muito particular, não parecendo se preocupar muito com a aparência física, e por isso era classificados pelas outras pessoas como indivíduos com apresentação e forma de vestir pouco cuidada. Se vestiam de maneira informal, com um estilo folclórico, com roupas coloridas, tiaras, pérolas, bandanas, etc.

Os hippies tinham como lema a frase "paz e amor" e eram muito liberais a nível sexual, porque acreditavam que uma sexualidade reprimida causava uma sede incansável de sucesso e várias manifestações de violência. Rejeitavam muitos valores instituídos na sua altura e buscavam a espontaneidade e diferentes expressões de amor.

A cultura hippie indicava uma mentalidade e forma de viver muito pacífica, e acreditavam que podiam melhorar o mundo através de comportamentos não violentos.
A moda hippie se mantém até os dias de hoje tendo espalhado por todo ocidente, com uma parcela menor de pessoas mas com muito admiradores da cultura.
 As peças e acessórios que configuram a moda hippie são as calças de boca larga, as conhecidas como boca de sino, vestidos e saias longas e coloridos alguns com alguns detalhes hendados, óculos grandes, faixas para cabelo, pulseiras e colares artesanais.......
Atualmente com novos detalhes e vestimentas a moda hippie tem se popularizado com os jovens que estão cada vez mais ligados a moda com a pegada retro.
Confira e se apaixone também pelo estilo hippie de amor ao natural, simples, ao calmo.


















quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O QUE É A SEXUALIDADE


Sexualidade são as diversas formas, jeitos, maneiras de viver, buscar ou obter ou expressar prazer.
A vida sem prazer não teria sentido. Essa busca ou maneira de expressar o prazer pode varias de pessoa para pessoa. Ela é fruto da sua experiência de vida.
Cada indivíduo teve ou tem um determinado relacionamento ou experiência com o seu mundo.
Quando uma pessoa está sentindo prazer ela está vivenciando a sua sexualidade.
Essa busca do prazer se dá de várias formas, em varias circunstâncias.
Mas como lidar a gama de prazeres e problemas que são inerentes a sexualidade?
Como lidar com a nossa própria sexualidade, carregada de dogmas e conceitos repressores ou libertinos?
Muitos já escreveram ou disseram que o sexo vende, o sexo compra, o sexo ensina, sexo manipula, sexo faz dormir, sexo constrói, sexo traz vida, sexo é consequência do amor.
O sexo é a plenitude de algo construído na nossa menta levada as nossas veias sanguíneas e quando é assim o ato, o orgasmo, o gozo é uma grande explosão de prazer que queríamos que fosse infinito ou eterno.
Mas sexualidade é muito mais do que só a consequência, ou seja, o ato sexual.
A sexualidade é vivida num olhar, num sorriso, é experimentada num poema dedicado a pessoa amada.
 A sexualidade se realiza na alma, na cultura e no corpo quando nos referimos ou dirigimos a pessoa amada. Essa pessoa não é só nossa metade ela é o nosso todo.
Sexualidade não é relação genital.
 Só genital seria vulgarizar o ato.
Se não é só genital e se é algo muito maior, amplo, complexo e profundo não podemos recriminar a relação de duas pessoas do mesmo sexo.
Sexo é apenas uma consequência que construirá outras consequências prazerosas.
  Sexualidade é viver, é recordar o passado e que num simples pensar excita sua alma e corpo e faz você viver a sexualidade presente imaginado um futuro ainda mais prazeroso.
 O ditado “quem gosta de passado é museu” não se aplica a sexualidade.
 Um passado prazeroso é capaz de incendiar um presente ainda mais excitante e um futuro sonhado e com verdadeiras explosões de prazer.
Nunca vulgarize seu corpo, pois a vulgarização mata sua alma e sua cultura tornando-te só carne.
O amor não tem idade e por isso torna normal a relação de pessoas bem mais novas com pessoas bem mais velhas.
Já se disse e escreve deu muitas vezes “entre quatro paredes tudo é possível”.
 Eu diria entre quatro paredes tudo pode ser destruído e tudo pode ser construído e profundamente vivido. Entre quatro paredes não existe monotonia.
 Mas os preparativos para ser ter ou viver uma sexualidade plena já começar horas, dias ou até mesmas antes.
 Os preliminares são importantes e não necessariamente são só toques eróticos.
Podemos ser pensamentos, gestos, palavras entre tantas coisas que horas, dias semanas antes podem ir gerando excitação.
A excitação por um parceiro pode ser também cultural quando há muita identidade entre ambos.
Admirar o que o outro faz é excitação pela sua cultura, pela sua alma, pelo jeito do outro ser e interpretar a vida.
 Tudo isso conjugado a energia e o calor do seu corpo pode levar você às nuvens por dias, anos e adentrando a eternidade.
Dois corpos que se amam tem prazer em todas suas extremidades e em todas suas ações por menos significantes que pareçam ser.
Dois corpos quando se amam e se tocam começam a deixar marcas no passado que são o alicerce do presente e a mola motivadora do futuro.
Por tudo isso esqueça tabus e solte-se vivendo profundamente aquilo que essa vida cheia de surpresas, energias e prazerosa nos proporcionam.







quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A PREGUIÇA NÃO EXISTE



Pesquisando em alguns dicionários descobrimos que preguiça significa “falta de disposição” ou uma espécie de “aversão” ao trabalho. No mais a preguiça também está ligada a “lentidão” ou “moleza” e algumas vezes na negligência da realização de tarefas.  Preguiça é a não vontade de realizar algum esforço físico e ou intelectual.

Nem os médicos e nem os psicólogos definem a preguiça como uma doença. Sonolência ou depressão não podem ser definidas como preguiça. A falta de motivação também não pode ser sinônima de preguiça. Também não podemos confundir cansaço com preguiça. Já podemos perceber que muitas pessoas são injustas ao acusarem certas pessoas de preguiçosas. Uma tese pode ser “nem todo preguiçoso está doente, mas doentes podem ter como sintomas a preguiça”.

A preguiça pode ser um sintoma que algo no organismo pode estar errado.  A imobilidade pode estar na causa de condições como obesidade, problemas cardíacos e diabetes.

Dizer que a preguiça tem cura está errado porque ela não é uma patologia. Mas algumas mudanças de hábitos podem diminuir a moleza e proporcionar novas formas de energia e motivação. Fazer exercícios físicos é dessas atividades. Algum acompanhamento terapêutico pode ser indicado para buscar compreensões da preguiça ou ainda valorizar antigas atividades prazerosas. Alimentos mais leves e dietas mais balançadas podem dar mais leveza ao corpo para tomara certas iniciativas.  

A preguiça tem seu lado bom. Às vezes é necessário forçar certa preguiça para que assim a mente reflita sobre o estilo de vida que a pessoa está levando e quem sabe até mudar de profissão uma vez que pode estar  nessa não identidade cultural.

O nosso trabalho diário precisa ser visto como se fosse o lazer que mais você gosta de praticar. Escolher uma profissão única e exclusivamente pela necessidade econômica pode gerar essa tal frustração ou preguiça ao realizá-lo. Assim o cansaço físico e principalmente mental pode ser a causa e assim confundida com preguiça. A motivação da sua tarefa profissional deve estar além do beneficio econômico que ela possa trazer pra você ou sua família.

Quem tem o seu trabalho como vocação nunca terá preguiça. Na vocação o ser humano ser realiza por completo. Se no seu trabalho você não se sente totalmente realizado pode ser que ele não tenha identidade cultural com a sua verdadeira vocação.








terça-feira, 25 de novembro de 2014

NÃO FAÇA A BARBA FAÇA AMOR



A moda masculina geralmente não sofre grandes mudanças. A mídia fica sempre atenta para novas mudanças no comportamento masculino. Depois de muitos homens depilarem o corpo parece que voltou a mil a moda do homem de barba. E tem uma mulherada curtindo homens com barbas. E aí varia diversos estilos. Tem um movimento até elogiando homens com barba descuidada tipo o lenhador dos Estados Unidos. Mas no Brasil temos um grupo considerável de mulheres que curtem barbas curtas, bem cuidadas, e acham o homem charmoso até já de barba branca.

Dizem que a barba de Jesus Cristo impressionava muitos de seus seguidores, mas a maioria do mundo capitalista dito cristão não adotava esse estilo. Era preciso andar com cabelo curto e sem barba. A barba e o cabelo comprido era sinal de rebeldia e não conformismo com o mundo consumista e dito moderno e ordeiro. Alias a palavra moderno vem da Idade Moderna que impulsionou e “modernizou” o capitalismo dando essa roupagem de homem “comportadinho”, “alinhadinho”  ou “engomadinho”.

Depois com a Revolução Industrial surgiu o socialismo de Karl Marx. Que numa das suas frases dizia “barbudos do mundo uni-vos”, digo, trabalhadores do mundo uni-vos. Ser comunista era usar barba assim como no Brasil ser de esquerda era ter uma barba na cara enfrentar o regime militar. Isso fez os liberais do capitalismo odiar ainda mais a barba dos comunistas agitadores.

Mas o mundo dá voltas. E nessa tal da globalização a barba também entrou na jogada. Hoje é comum ver a grande maioria dos artistas de Hollywood ou artistas globais com algumas penugens no rosto e fazer muito sucesso. Muitas vezes a barba combinada com a roupa, chapéu, óculos até cueca nos momentos mais íntimos fica ainda mais charmoso e até excitante.

Não precisa mais usar aquela fita com cola e violentamente arrancar seu lindos pelos do rosto. Construa a sua identidade e coloca o bloco na rua. Não precisa ser um homem viril, mas nada impede. O negócio é esquecer e renegar a tal artificialidade. Até o movimento ecológico valoriza um homem mais natural. O que não significa falta de higiene com todos seus pelos do corpo, inclusive com a barba. Esse mundo globalizado tem espaços para todos. Viva e curta sua barba com sua identidade como homem dos tempos atuais em constante evolução e vamos à luta. “Não faça a barba, faça amor”.

Alguns motivos para você ficar barbudo. MULHERES segurense!!!!!

SeXy, prático, previne doenças respiratória, a mulherada adora, protege contra o sol, da aparência responsável, sexy (acho que já disse)...












segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Livros RPG

Hoje estava perdida em meus livros.
Quebrando a monotonia da tela de um computador.
Hoje em dia ter um livro é um artefato raro.
As pessoas de hoje não sabem como é delicioso o cheiro de um livro novo. Só ficam fissuradas em suas telas, não que a tecnologia não seja positiva.
Mas como é bom ter um livro na cabeceira da cama.
    Mas sinto falta de uma coisa dos anos 80, os Livros RPG.
 Livros que você nunca sabia o final,  não adiantava ler as últimas páginas, cada página lhe mostrava uma outra saida com vários enredos e vários desfechos.
     Ter um livro a mão é muito bom, enriquece a sua cultura. Uma única pagina alimenta e faz bem para a sua saúde mental e espiritual.

Alguns títulos de livros RPG que valem a pena ser lidos.







domingo, 23 de novembro de 2014

Conciência ?

Como primeira postagem não tenho muitas idéias de postagem poderia falar de cultura, economia, religião. Qualquer coisa.

Mas vou começar por algo que notei em nossa sociedade.

No ritmo ainda do dia da consciência negra que já de começo tá errada. Um dia! E a sociedade ainda obriga esse dia. Toda escola é obrigada a ter algo comemorativo para conscientizar os jovens!
A consciência tem que ser todo dia se não não é conciência vira dia da lembrança.
O que adianta esse dia, lembrar que os afro os negros existem e querem seus direitos.
OPA! Semana de conciência negra, vamos maneirar no preconceito estender a mão e protestar.
Poxa é uma coisa legal porque só um dia.
Porque tem que ser obrigado nas escolas. Será que ninguém se não obrigados não lembraram.
Temos que rever nossos conceitos de conciência.  Afinal ter consciência e respeitar o outro independente do dia. Ter consciência e respeitar e cultivar a cultura e o jeito do outro sem preconceito.